quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Nova descoberta: dinossauros foram extintos por causa de dois meteoros e não de um


Cientistas agora acreditam que a extinção dos dinossauros aconteceu não porque um meteoro se chocou com a Terra, mas sim dois meteoros – aproximadamente há 65 milhões de anos atrás.

É interessante notar, no entanto, que eles atingiram o planeta com mais de mil anos de espaço entre as duas colisões.

Foi descoberta uma segunda cratera, localizada na Ucrânia, em 2002 – mas os cientistas não sabiam como era possível o impacto ter acontecido tanto tempo depois da primeira queda de meteoro, localizada no Golfo.

Agora os cientistas estão examinando os fósseis de animais e plantas próximos à cratera, especialmente samambaias.

Esse tipo de planta tem uma incrível capacidade de se regenerar, mesmo quando exposta a condições adversas. Os cientistas usam vestígios delas para medir o tempo que correu entre cada impacto. Mas eles encontraram duas camadas diferentes de esporos de samambaias, sugerindo que houve dois impactos.

Dada a distância da idade de uma cratera para a outra, os cientistas levantaram a possibilidade da Terra ter sido alvo de uma chuva de meteoros que durou mais de mil anos – o que é muito assustador. É possível que mais crateras e mais evidências sejam descobertas no futuro.

Fonte: HypeScience

Chuva de meteoros Leônidas é vista da Terra hoje


Conforme a Terra se move ao redor do sol em sua órbita anual, passa através de detritos espaciais deixados para trás por cometas e asteroides.

Caminhando por estas nuvens de poeira e areia do tamanho de partículas, a Terra as “varre”, e elas são aquecidas até a
incandescência pelo atrito com a atmosfera do planeta, causando riscos de luz brilhantes no céu noturno, conhecidos pelos cientistas como meteoros – e por nós como estrelas cadentes.

Quando a Terra passa através de uma nuvem de escombros, às vezes produz exibições conhecidas como chuvas de meteoros. Uma chuva de meteoro anual famosa conhecida como Leônidas deve atingir seu pico hoje a noite (17).

Ao contrário de pancadas de chuva, chuvas de meteoros não são concentradas. Normalmente, significam ver 10 ou 20 meteoros por hora.

Na maioria das vezes, Leônidas são chuvas bastante calmas, mas a cada 33 anos, são conhecidas como tempestades de meteoros.
A última ocorreu em 1999, quando mais de mil meteoros por hora foram observados.

A maioria das chuvas são bastante fracas, já que a poluição de luz, seja artificial (luzes da cidade) ou natural (da lua) pode seriamente diminuir o número de meteoros vistos.

A nuvem de partículas que causa a chuva de meteoros Leônidas é tipicamente irregular, por isso às vezes a Terra pode passar incólume através da nuvem, com muito poucos meteoros sendo observados, e outras vezes temos sorte e vemos uma maior concentração de meteoroides.

Esse ano não deve ser uma grande exibição, mas vale sempre a pena assistir. Teremos que lidar com uma lua brilhante, cuja luz pode obscurecer alguns dos meteoros.

Também temos tempo ruim. O pico da chuva está previsto para meia noite entre 17 e 18 de novembro. O ponto de que os meteoros parecem fluir é um pouco acima Marte. Curiosamente, esta não é a melhor direção para se observar meteoros.

Confira algumas dicas para obter a melhor visão possível de Leônidas:
 
•Encontre um local longe das luzes da cidade, e vá para lá depois da meia-noite. Agasalhe-se e fique confortável. Olhe no alto do céu, seja para o norte ou sul. Dê a seus olhos um tempo suficiente, 15 ou 20 minutos, para se adaptar ao escuro.
• Evite olhar diretamente para a lua, pois isso arruina a sua adaptação ao escuro;
• Seja paciente. Você pode assistir o céu por meia hora sem ver um único meteoro. E então de repente você pode ver dois ou três em uma fileira;
• A chuva não é uma queima de fogos. A maioria dos meteoros se move rápido e de forma nebulosa. Chuvas de meteoros são coisas sutis. Os meteoros que você vê são todos eventos únicos. Eles são restos do cometa Tempel-Tuttle, visto pela primeira vez 645 anos atrás, no ano de 1366;
• Tente fotografar os meteoros. Tudo o que é necessário é um céu escuro e uma câmera solidamente montada capaz de longas exposições de tempo. Exposições de cinco ou dez minutos são as melhores opções. As estrelas terão trilhas curvadas por causa da rotação da Terra. Tentar apontar sua câmera para que a lua seja bloqueada por um objeto em primeiro plano, para evitar a superexposição.

Fonte: HypeScience

Vídeo: ouça a chuva de meteoros Perseidas se desintegrando na atmosfera


O vídeo abaixo, capturado pelo Radar de Vigilância Espacial da Força Aérea dos EUA, no Texas, mostra os “ecos” da chuva de meteoros Perseidas.
A chuva de meteoros Perseidas vem sendo observada há pelo menos 2.000 anos. Ela é formada com a passagem do cometa Swift-Turtle, o qual orbita o sol a cada 133 anos.
Uma chuva de meteoros é um evento astronômico no qual centenas ou milhares de meteoroides do tamanho de partículas de poeiras entram na atmosfera da Terra e quase que imediatamente queimam, criando um risco brilhante no céu noturno.
Tradicionalmente, é no mês de agosto que a Terra passa no interior da nuvem de detritos deixados pelo cometa que, formada por fragmentos de gelo e poeira, se choca com a atmosfera terrestre e se desintegra no que parecem explosões de luz.
Considerado um dos melhores fenômenos do gênero, a chuva de meteoros Perseidas deveria ser avistável a partir de sexta-feira passada (12) em várias partes do mundo.
No Brasil, os meteoros foram mais fáceis de ver no norte do país, na madrugada de sábado. Mas, dado que uma lua cheia restringiu muitas pessoas de ter o prazer de ver a exibição mais recente do fenômeno, pelo menos agora podemos escutá-la.
 
 
 Fonte: HypeScience

Vídeo: “tentáculo” solar é filmado em estonteantes detalhes


Quem olha daqui da Terra dificilmente imagina o que acontece na superfície do sol: toneladas de partículas superaquecidas são lançadas ao espaço a velocidades impressionantes. Eventos como esse, chamados de ejeções de massa coronal (EMC) ou erupções solares, fazem com que a gente se sinta grato por estar 150 milhões de quilômetros de distância do Astro Rei.
Abaixo, você confere uma filmagem de uma EMC feita pelo Observatório de Dinâmica Solar da NASA. Essa emissão, por sinal, não foi direcionada diretamente para a Terra, mas causou uma interferência na magnetosfera do nosso planeta e provocou auroras polares na noite do dia 3 de setembro.

Fonte: HypeScience

Foto: Pilar Solar no Canadá


Ó meu Deus! O que é aquilo no horizonte? Seria uma nave alienígena? Uma luz abdutora?

Não. Essa imagem maravilhosa e estranha mostra apenas um pilar de sol (ou pilar solar), registrado por um fotógrafo que dirigia por Ontário, no Canadá, no início de junho.

E como esse pilar solar se forma?

Quando a atmosfera está fria, o gelo às vezes forma cristais planos com seis lados à medida que cai a partir de nuvens muito altas.

A resistência do ar, em seguida, faz com que esses cristais caiam de forma quase plana na maior parte do tempo, conforme eles flutuam até o chão.

Se vistos na direção de um sol nascente ou poente, esses cristais planos refletirão a luz solar e criarão uma coluna de luz extraordinária – um pilar solar, como esse da foto.

Essas colunas de luz não são tão incomuns; veja outras fotografias do mesmo fenômeno aqui.

Fonte: HypeScience

Foto: confira a imagem mais clara já feita de uma mancha solar


A imagem sem precedentes foi divulgada recentemente por cientistas do Big Bear Solar Observatory (BBSO), nas montanhas a leste de Los Angeles, Califórnia. Capturada pelo chamado Novo Telescópio Solar (também conhecido como “NST”, na sigla em inglês), a fotografia é uma das primeiras a ser registradas pelo NST utilizando o recém-equipado Espectômetro Visível de Imagem (VIS).

Trata-se da nova recordista no quesito imgem mais detalhada de manchas solares já obtida em luz visível – a campeã anterior também havia sido fotografada pelo NST, no ano de 2010. O telescópio de 1,60 metros, apesar do nome, tem feito observações há mais de cinco anos.

“Com o VIS, as camadas da atmosfera solar, desde a fotosfera até a cromosfera, podem ser monitoradas praticamente em tempo real”, afirma Wenda Cao, professor de física no Instituto de Tecnologia de New Jersey e diretor do observatório BBSO.

“Com a resolução inédita do Novo Telescópio Solar do BBSO, muitas características até então desconhecidas das manchas solares, percebidas apenas em pequena escala, podem agora ser observadas por nós”, conta Cao.

Na imagem que ilustra esta matéria, por exemplo, os pesquisadores estão particularmente interessados na interface que conecta o núcleo escuro da mancha solar (a umbra) e região brilhantes, de formato similar a uma pétala de flor, que a cerca (a penumbra).

Esta é a mais clara e mais detalhada imagem de uma mancha solar já obtida em luz visível. Estas estruturas ultramagnéticas são consideradas cruciais para proteger a Terra de um clima espacial potencialmente ameaçador para nós – e são fotos como essas que nos ajudarão a entender melhor o risco.

As manchas solares são regiões que possuem a aparência muito mais escura do que a área circundante devido à atividade magnética extrema. O aumento repentino do magnetismo bloqueia o fenômeno de convecção na área, o que provoca uma queda na temperatura da superfície.

Devido ao fato de serem entre mil e 3 mil graus mais frias do que as demais partes da superfície do sol, as manchas se tornam o que é conhecido como um corpo negro – o que explica sua aparente escuridão. As manchas parecem negras quando as comparamos com outros pontos do sol. No entanto, se as isolarmos desse contexto, elas ainda seriam mais brilhante do que praticamente qualquer coisa que existe na Terra.

Por causa da elevada atividade magnética, as manchas solares causam outros fenômenos, como as tempestades solares, que podem prejudicar satélites e até mesmo expor as pessoas em aviões à radiação. O clima espacial pode, em sua forma mais extrema, ter consequências ainda mais destrutivas na Terra. Ou seja, quanto mais entendermos sobre como esses sistemas funcionam, melhor.

 Fonte: HypeScience

O gigantesco meteorito “brasileiro” que pode ter extinto milhares de espécies


É bem conhecido que os dinossauros foram aniquilados 66 milhões de anos atrás, quando um grande impacto de meteoro ocorreu no que é hoje o sul do México. Agora, novas evidências corroboram a ideia de que um impacto que mudou o clima terrestre teve um papel decisivo na maior extinção de todas, no fim do período Permiano, mas em um local diferente.
Embora a teoria do meteoro e da extinção já seja bem aceita há um bom tempo, faltava uma cratera adequada para confirmá-la. O Professor Eric Tohver, da Universidade Ocidental da Austrália, acredita ter encontrado a cratera de impacto que define que essa foi, mesmo, a causa da extinção dos dinos, mas com detalhes significativamente diferentes.
No ano passado, o Dr. Tohver estudou uma estrutura de impacto que fica na fronteira dos estados de Mato Grosso e Goiás, no Brasil – a chamada cratera do Araguainha, com 254,7 milhões de anos, com uma margem de erro de 2,5 milhões, mais ou menos. Estimativas anteriores tinham sugerido que o Araguainha era 10 milhões de anos mais jovem, mas o Dr. Tohver a colocou em uma distância geológica próxima da data de extinção permiana.
A cratera de Chicxulub, no México, tem 180 km de diâmetro, enquanto o Araguainha tem apenas 40 quilômetros – o que era considerado muito pequeno para ter causado a reação em cadeia que provocou tal extinção em massa.


“Eu tenho trabalhado com Fred Jourdan na Universidade de Curtin (Austrália) e meu colega de pós-doutorado Martin Schmieder para estabelecer melhores idades para várias estruturas de impacto na Austrália e no exterior. Estávamos particularmente interessados ​​na cratera do Araguainha, desde que a idade inicial determinada na década de 1990 era relativamente perto do limite Permo-Triássico. os aperfeiçoamentos nas técnicas geocronológicas que estamos aplicando estão ajudando a revelar a verdadeira idade dessas estruturas”, disse o Dr. Tohver.
Os resultados de uma extensa pesquisa geológica da cratera de Araguainha, publicados em “Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology”, revelam uma quantidade considerável de óleo de xisto nas rochas. Os pesquisadores calcularam que o impacto teria gerado milhares de terremotos de até magnitude 9,9 por centenas de quilômetros ao redor, significativamente mais poderosos do que o maior deles já registrado por sismólogos modernos, liberando enormes quantidades de petróleo e gás das rochas quebradas.
O Dr. Tohver acredita que a explosão teria liberado metano na atmosfera, o que resultaria em um aquecimento global instantâneo, tornando o ambiente muito quente durante a maior parte da vida animal do planeta.
“Martin Schmieder e eu estamos atualmente trabalhando em documentar alguns dos efeitos ambientais mais extremos do impacto, incluindo tsunamis gigantes. Além disso, o trabalho em curso com colegas da Universidade Curtin será fundamental para documentar mudanças na geoquímica orgânica das rochas estudadas”, disse o Dr. Tohver.
Estima-se que mais de 90% de todas as espécies marinhas e cerca de 70% das espécies terrestres desapareceram na grande extinção do Permiano.

Fonte: HypeScience

Foto: A Corrente de Magalhães


Em uma versão astronômica da busca da nascente do Nilo, os astrônomos agora têm uma forte evidência para a origem da Corrente de Magalhães. Esta imagem composta mostra a longo ribbon de gás, descoberto em comprimentos de onda de rádio em década de 1970, em hues rosadas contra um vista tudo-sky óptico do outro lado da plano da nossa Milky galáxia Way. Ambos os Grandes and Small Nuvens de Magalhães, anão galáxias de satélite do o Way Láctea, são vistos perto da cabeça de o fluxo de à direita. Dados a partir de Origens Cosmic Spectrograph do Hubble foram usadas para explorar abundâncias de elementos ao longo sitelines para quasars que interceptam o stream. Os resultados indicam que a maioria de o material do fluxo de vem a partir de o Nuvem de Magalhães pequeno. The Stream de Magalhães é provável que o resultado de interações de maré gravitacionais entre os dois galáxias anãs cerca de 2 bilhões de anos atrás, o Pequena Nuvem de Magalhães que perdem mais material em o encontro por causa de a sua massa mais baixa.

Fonte: Astronomy Picture of the Day

Júpiter bolo: Spacesuit Raios-X e outras imagens surpreendentes a partir desta semana


Este modelo de Júpiter é realmente um bolo, detalhados até grande tempestade Mancha Vermelha do planeta, que você pode ver na foto que redemoinho de achocolatado bondade). O gênio criador (que executa os cakecrumbs blog) passou oito horas adicionando detalhes para o planeta, e também tem um bolo Terra. Esperando por um sistema solar completo em breve.

Fonte: PopSci

LHC relata falha de criar buracos negros, um revés para a Teoria das Cordas


Físicos trabalhando no Large Hadron Collider relatório que, após uma série de testes, que não vi nenhum mini buracos negros, para o desgosto dos teóricos das cordas eo relevo de teóricos de desastres.
Pesquisadores que trabalham na equipe Compact Muon Solenoid foram mastigando números para testar a forma da teoria das cordas, que prevê a criação e evaporação instantânea de buracos negros em miniatura. Eles relatam que os sinais reveladores desses buracos negros são lamentavelmente ausente, no entanto.
A teoria das cordas é a tentativa mais aceita para unificar os dois principais campos da física, a mecânica quântica ea relatividade. Ela sustenta que os elétrons e quarks não são objetos, mas cordas unidimensionais cujos oscilação dá-lhes suas qualidades observadas. Ele também diz que o universo tem cerca de uma dúzia de dimensões, ao invés de quatro usual (comprimento, largura, altura e tempo).
Artigos RelacionadosCERN LHC possa dar um ano a mais para o exercício da caça aquecida para o HiggsLHC pode localizar as dimensões superiores Próximo anoNa Conferência de Física, cientistas dizem que estão se aproximando de "God Particle"MarcaçõesCiência, Rebecca Boyle, bóson de Higgs, a física de alta energia, lhc, aceleradores de partículas, física, mecânica quântica, relatividade, a teoria das cordasEm uma versão da teoria das cordas, se existirem estas dimensões, grávitons - partículas hipotéticas que transmitem gravidade - iria vazar para eles, explicando por que a gravidade é muito mais fraca do que as outras forças, como New Scientist explica. Não é realmente mais fraco, ele só parece mais fraco, porque algumas de suas partículas estão em outra dimensão que não podemos ver. Felizmente, é preciso muito menos energia para testar este do que para realmente unificar todas as forças, e isso só acontece, é está na faixa de energia que o LHC, o mais potente acelerador de partículas do mundo, é capaz de testes.
Se tudo isso é verdade, partículas que colidiram em energias além deste gráviton-vazamento de corte de energia iria ficar tão juntos que a gravidade iria assumir, e eles se fundem para formar um minúsculo buraco negro. Os buracos negros decairia instantaneamente, assim não haveria perigo de a Terra ser engolido inteiro, ea decadência seria visível como jatos de partículas. Mas os pesquisadores, até agora, visto não jatos.
Isso não desmente a teoria das cordas - que só prova que mini buracos negros não podem ser produzidos com energias entre 3,5 e 4,5 trilhões de elétron-volts. Mas ele ainda pode, teoricamente, ser produzido em altas energias, por isso, quando o LHC dispara totalmente em 2013, os teóricos das cordas vai estar segurando a respiração.
Enquanto isso, os testes mostram que o LHC está funcionando extremamente bem, então os físicos pretendem mantê-lo funcionando até 2012. Isso significa que eles podem ser capazes de encontrar o bóson de Higgs indescritível, mais cedo do que o esperado.

Fonte: PopSci

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