domingo, 8 de setembro de 2013

Astronautas perdem as unhas das mãos mais facilmente

 
Assistindo a alguma missão de astronautas na televisão, ou simplesmente olhando uma foto com um homem em trajes espaciais, pode já ter surgido uma questão: “como será que se produzem essas roupas? Elas são mesmo importantes?” Pois bem, aí vai uma informação: se as luvas dos astronautas não forem confeccionadas adequadamente conforme a pressão do ar, os astronautas sentem dores horríveis nas mãos podendo até ter arrancas suas unhas dos dedos.
Um novo estudo sugere que pode haver um novo pré-requisito para escolher pessoas que partem em missões espaciais. O tamanho reduzido das mãos. A pesquisa da NASA concluiu que astronautas de mãos grandes são mais propensos a perder as unhas dos dedos. O sangue foge das pontas dos dedos, uma dor intensa é sentida e as unhas vão ficando quebradiças até cair. Tudo por uma incorreção na luva que eles usam.     
Buscando superar esse problema, a NASA realizou um concurso para incentivar fabricantes a investir na melhora da tecnologia da confecção de luvas espaciais. Elas devem ser fortes o suficiente para proteger as mãos do vácuo do espaço, mas também hábil o bastante para permitir movimentos complexos, de precisão, que nos diferenciam dos outros animais como possuidores do polegar opositor. E o resultado já saiu: o cientista Peter Homer, do estado de Maine, faturou 250 mil dólares por seu projeto de luvas espaciais inovadoras.

Fonte: HypeScience

Até os astronautas acompanham a Copa do Mundo

 
Os astronautas da Estação Espacial Internacional também estão acompanhando a Copa do Mundo! Segundo a astronauta americana, Tracy Caldwell, ela os dois companheiros que estão morando atualmente na estação se juntam todos os dias para jantar na frente de um aparelho de TV e acompanhar a Copa.
Tracy, até mesmo, enviou um vídeo no qual brinca com miniaturas de uma bola de futebol.
 
 
Tracy e os dois cosmonautas russos estão aguardando mais três companheiros que irão habitar a estação. Um dos “novatos” é Fyodor Yurchikhin, outro russo, que declarou que, quando criança, ele não queria ser astronauta, mas sim jogador de futebol (mais precisamente, um goleiro), e poder disputar a Copa do Mundo.

Fonte: HypeScience

O Sol é azul em Marte– assista o vídeo

 
A sonda da Nasa que está em Marte, a Opportunity, capturou um incrível pôr do Sol no planeta. E, ao contrário do que esperamos, o Sol no planeta vermelho brilha em um tom de azul.
As paisagens desérticas e vermelhas de Marte fazem com que nós imaginemos o sol brilhando, também, com um tom avermelhado. Mas é justamente devido à areia vermelha de Marte que o Sol fica com um brilho azulado.
Na terra, quando a luz atinge as partículas do ar, ela se divide, liberando a luz que chega para nós, que estamos no solo, com a cor azul, explicando o tom do nosso céu.
Quando nós olhamos para o sol, no entanto, as ondas de luz se separam de forma diferente, e percebemos o astro como amarelo.
Em Marte o oposto acontece: a poeira vermelha da atmosfera do planeta faz com que a luz vermelha seja separada, então quem olha para o céu vê uma atmosfera vermelha. No entanto as ondas vermelhas são filtradas na direção do Sol, deixando apenas o brilho azul, que é a outra “ponta” do espectro de cores. Aqueles que estiverem em Marte e olharem para o Sol verão a estrela azul.
 
Confira o vídeo:
 
 
Fonte: HypeScience

Como os astronautas impedem a contaminação de material em Marte

 
Uma das missões espaciais mais antigas é a procura pela vida em Marte. Porém, fica difícil dizer o que veio realmente do planeta se os trajes espaciais também podem levar micróbios da Terra ou ingredientes da vida aqui que poderiam contaminar qualquer potencial descoberta.
Esse perigo levou cientistas a simularem os riscos de contaminação com minúsculos traçadores fluorescentes em micróbios durante missões simuladas no deserto de Utah, EUA. Um laser brilhante permite que os pesquisadores detectem níveis de contaminação com base na resposta fluorescente.     
Esses testes são fundamentais para garantir que a contaminação não coloque em risco toda a ciência de procurar vida em Marte. Além disso, o traje espacial agora pode se livrar da poeira de Marte que também pode trazer contaminação.
Entre 2007 e 2012, vários testes serão realizados. Os cientistas estão usando técnicas de emissão fluorescente induzida por laser para procurar micróbios presos no gelo da Antártida. Também simulam como naves poderiam procurar moléculas orgânicas em Marte.
Segundo os pesquisadores, uma vez que o sistema é calibrado, leva apenas alguns segundos para processar dados brutos se o alvo for uma amostra de campo desconhecida.
Se o laser revela um brilho fluorescente, câmeras digitais capturam as imagens e um laptop compara as assinaturas fluorescentes com aquelas pertencentes a moléculas orgânicas ou inorgânicas conhecidas.
O método pode não só detectar a contaminação em Marte por material da Terra, mas também perceber contaminação de astronautas ou seus trajes espaciais por material de Marte. As simulações mostraram que um traje espacial limpo poderia reunir cerca de 60 a 405 bactérias por centímetro quadrado em poucos minutos.
Detectar a contaminação é mais fácil do que se proteger contra ela. Contaminantes podem andar junto com a poeira marciana que se agarram aos trajes devido às forças eletrostáticas. Os equipamentos de vibração não conseguem livrar-se das partículas de poeira minúsculas.
Em vez disso, os futuros astronautas em Marte usarão uma bolsa de ar ligada ao traje espacial em um conector de alta tensão. A carga elétrica pode “levitar” a poeira para que um jato de ar a dissolva como fumaça de cigarro.
A nave ExoMars vai procurar ingredientes da vida em Marte. Programada para lançamento em 2018, pode levar uma câmera panorâmica com vários filtros para detectar assinaturas fluorescentes, desde os mais comuns hidrocarbonetos aromáticos policíclicos encontrados em meteoritos de Marte até coisas mais complexas. Portanto, é mais do que importante saber que o material encontrado não veio da Terra.
 
Fonte: HypeScience

Missão da Nasa em Marte é declarada morta

A Nasa já não consegue se comunicar com a sonda Phoenix Lander, que está na superfície de Marte, desde domingo, dia 2 de novembro, quando ocorreu uma breve comunicação com a Terra.



 
A sonda, que aterrissou no planeta vermelho em maio, esteve lutando contra o inverno marciano e a escuridão.     
A Agência Espacial permanecerá tentando efetuar contato, mas não espera resposta. Barry Goldstein, gerente do projeto da missão Phoenix disse que estão encerrando as operações.
A sonda foi lançada em agosto de 2007 e alcançou o Pólo Norte gelado de Marte dia 25 de maio de 2008. Ao final de outubro a sonda já havia ultrapassado a sua expectativa de vida em dois meses.
A sua principal missão foi encontrar água, o que conseguiu, e estudar a superfície do planeta para verificar se ele será capaz de suportar vida. A Phoenix analisou partículas de gelo na superfície do planeta e descobriu que o pó marciano é similar à água do mar da Terra.
Especialistas afirmaram que tais descobertas aumentam o corpo de evidências que indica que já houve água em forma líquida na superfície do planeta e ela talvez tenha conseguido suportar vida.
 
Fonte: HypeScience

Conheça os trajes espaciais dos primeiros cães astronautas

 
A União Soviética enviou pelo menos 57 cachorros para missões espaciais entre as décadas de 1950 e 60. A mais famosa é a cadela Laika, conhecida por ser o primeiro ser vivo terrestre a orbitar o nosso planeta.
Mas antes mesmo de Laika colocar a patinha a bordo da nave soviética Sputnik II em 1957, vários cães já haviam sido enviados a altitudes muito mais elevadas.
 
 
Como os seres humanos, os cães precisaram de trajes espaciais especiais para sobreviver às condições diferenciadas da nave.
Para manter os animais seguros e testar os equipamentos que mais tarde seriam usados por humano, foram criados trajes de alta pressão, com capacetes especiais e dispositivos para coleta de urina e fezes.
 
 
O Retronaut postou diversas fotos que mostram os primeiros trajes espaciais caninos, e que nos fazem imaginar como é ser um cachorro astronauta – ou cosmonauta, como chamavam os soviéticos.
Quer saber como era ser um cão astronauta? No documentário abaixo, é possível ter uma noção do furor causado com o lançamento de Laika para o espaço.
 
 
 
Fonte: HypeScience


NASA Avalia quatro locais candidatos para 2016 Marte Missão

O processo de seleção de um local para o próximo pouso da NASA em Marte, prevista para Setembro de 2016, diminuiu para quatro locais semifinalistas localizadas próximas umas das outras na região de Elysium Planitia de Marte. A missão conhecida pela sigla InSight vai estudar o interior do planeta vermelho, ao invés de características da superfície, para avançar na compreensão dos processos que formaram e moldaram os planetas rochosos do sistema solar, incluindo a Terra.
  
NASA diminuiu para quatro o número de potenciais locais de pouso para a próxima missão da agência para a superfície de Marte, a sonda 2016 para estudar o interior do planeta.Exploração Interior estacionário Usando Investigações Sísmicas, Geodésia e calor Transporte (InSight) lander está programado para lançar, em Março de 2016 e pousar em Marte, seis meses depois. Ele vai tocar baixo em uma das quatro locais selecionados em agosto a partir de um campo de 22 candidatos. Todos os quatro pontos semi-finalistas se encontram próximos uns dos outros em uma planície equatorial em uma área de Marte chamado Elysium Planitia."Nós escolhemos quatro sites que parecem mais seguro", disse o geólogo Matt Golombek, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, Califórnia Golombek está liderando o processo de selecção dos locais para a introspecção. "Eles principalmente alisar o terreno, algumas pedras e muito pouca inclinação".Os cientistas vão se concentrar duas câmeras Marte Reconnaissance Orbiter da NASA sobre os semi -finalistas nos próximos meses para obter os dados que serão usados ​​para selecionar o melhor dos quatro locais bem antes InSight é lançado.A missão vai investigar os processos que formaram e moldado Marte e ajudar os cientistas a entender melhor a evolução dos planetas rochosos do nosso sistema solar interior, incluindo a Terra. Ao contrário de aterragens Marte anteriores, o que está na superfície na área pouco importa na escolha de um local excepto para as considerações de segurança."Objetivos científicos da missão Esta não estão relacionadas a qualquer local específico em Marte porque estamos estudando o planeta como um todo, até a sua essência", disse Bruce Banerdt, investigador principal InSight no JPL. "A segurança da missão ea sobrevivência é o que dirige os nossos critérios para um local de pouso."Cada site semifinalista é uma elipse medindo 81 milhas (130 quilômetros) de leste a oeste e 17 milhas (27 quilômetros) de norte a sul. Engenheiros calcular a nave terá uma chance de 99 por cento de desembarque dentro dessa elipse, se direcionada para o centro.Elysium é uma das três áreas de Marte que atendem a duas restrições de engenharia básica para a introspecção. Um requisito é estar perto o suficiente para o equador para painéis solares da sonda ter alimentação adequada em todas as épocas do ano. Além disso, a elevação deve ser baixa o suficiente para ter atmosfera suficiente acima do local para um pouso seguro. A nave irá usar o ambiente para a desaceleração durante a descida.Todos os quatro locais semifinalistas , assim como o resto dos 22 locais candidatos estudados, estão em Elysium Planitia. As únicas outras duas áreas de Marte atender as exigências de ser perto do equador em baixa altitude, Isidis Planitia e Valles Marineris, são muito rochoso e ventoso. Valles Marineris também carece de qualquer faixa de apartamento grande o suficiente terreno para uma aterrissagem segura.InSight também precisa de solo permeável, para que ele possa implantar uma sonda de fluxo de calor que vai martelar em si 3 metros para 5 metros na superfície para monitorar calor proveniente do interior do planeta. Esta ferramenta pode penetrar através de material de superfície broken-up ou no solo, mas pode ser frustrado por alicerce sólido ou grandes rochas."Para esta missão, precisamos olhar abaixo da superfície para avaliar locais de pouso candidatos", disse Golombek.Sonda de calor do InSight deve penetrar no solo à profundidade necessária, de modo que os cientistas estudaram Marte Reconnaissance Orbiter imagens de grandes rochas perto crateras marcianas formadas por impactos de asteróides. Impactos escavar rochas do subsolo, por isso, procura na área circundante crateras, os cientistas puderam dizer se o subsolo teria rochas bloqueando - sonda que se ocultam sob a superfície do solo.InSight também irá implantar um sismógrafo na superfície e vai usar o seu rádio para medições científicas.

O conceito deste artista retrata o estacionário NASA Marte lander conhecido pela sigla InSight no trabalho estudar o interior de Marte.
 
Fonte: NASA

sábado, 7 de setembro de 2013

Foto: uma tempestade gigante em Saturno

Essa é uma das maiores e mais longas tempestades já gravadas em nosso sistema solar. Vista pela primeira vez em 2010, a formação de nuvens no hemisfério norte de Saturno começou maior do que a Terra, e logo se espalhou completamente ao redor do planeta.
A tempestade não foi gravada apenas da Terra, mas também pela nave Cassini, orbitando Saturno. Na foto acima, em infravermelho colorida artificialmente, as cores laranja indicam nuvens mais baixas na atmosfera, enquanto as cores mais leves indicam o contrário.
A intensa tempestade provavelmente está relacionada com o lento surgimento da primavera no norte de Saturno.
Fonte: HypeScience

Foto espacial: tempestade em Saturno


Uma enorme tempestade pôde ser vista por astrônomos amadores no hemisfério norte de Saturno.
Como você pode ver pela imagem, a tempestade possui um centro afunilado e uma cauda, que se espalha por inúmeros quilômetros na superfície do hemisfério norte do planeta.
A foto foi tirada pela sonda Cassini, da Nasa. É raro ver fotos de tempestades em Saturno – o planeta tem um clima complexo, como o de Júpiter, porém sua atmosfera mais espessa dificilmente deixa passar o que está ocorrendo em sua superfície.
Fonte: HypeScience

Misterioso hexágono de Saturno é fotografado de perto

 
Acredite ou não, esse é o polo norte de Saturno. Ainda não se sabe ao certo como o estranho sistema hexagonal de nuvens foi criado, como continua assim, ou mesmo se vai durar muito tempo.
Visto pela primeira vez na década de 80, até agora não foi encontrado nada parecido em nosso sistema solar. Através de diversas imagens, foi possível criar esse vídeo, onde o centro foi excluído, já que não foi capturado de maneira adequada.
No vídeo, você pode ver muito movimentos inesperados das nuvens, como as que emanam das bordas do hexágono. Não é incrível que essa estrutura permaneça há quase 30 anos? Os cientistas planetários pretendem continuar a estudar essas formações, para talvez descobrir os por quês.
 
 
Fonte: HypeScience


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